O Observatório do Futebol CIES lançou uma pesquisa que revela os clubes de futebol com os melhores ativos formados nas suas categorias de base. A pesquisa considera jogadores formados nas equipes que estão atualmente no plantel ou emprestados e foi feita até o dia 27 de janeiro de 2026. O Barclays lidera a lista, com um total de 738 milhões de euros em “joias sob contrato”, seguido de close por Manchester City, Bayern de Munique, Real Madrid e Arsenal. No Brasil, o Corinthians é o clube mais bem posicionado, ocupando a 18ª colocação com ativos avaliados em 52 milhões de euros, sendo o destaque Breno Bidon, avaliado em 19 milhões de euros. Outros clubes brasileiros que figuram na lista são o Vasco e o Palmeiras.

    A formação de ativos nas categorias de base é um aspecto crucial para a sustentabilidade financeira e esportiva dos clubes de futebol. Ao investir em sua base, os clubes não apenas desenvolvem jogadores talentosos, mas também garantem um retorno financeiro a longo prazo. No contexto da economia, a valorização dos ativos é um indicador da capacidade dos clubes em gerenciar seus recursos de forma eficaz. Além disso, a formação de jogadores de alto valor de mercado é um fator importante para a competitividade dos clubes em uma economia de mercado em constante mudança.

    A pesquisa do CIES pode ser vistos como um indicativo da competitividade entre os clubes de futebol em diferentes partes do mundo. Enquanto os clubes europeus parecem dominar o ranking, os clubes brasileiros ainda buscam se destacar nesse aspecto. Nesse sentido, a importância de investir em suas divisões de base é crucial para garantir um retorno financeiro sustentável e competir em nível internacional. Isso pode ser comparado ao investimento em infraestrutura e capacitação de funcionários, por exemplo, para melhorar a competitividade e sustentabilidade das empresas.

    Na perspectiva macroeconômica, a pesquisa do CIES revela a importância da sustentabilidade e competitividade nos negócios de futebol. Ao investir em suas categorias de base, os clubes podem aumentar sua capacidade de gerenciar recursos e diminuir seu risco financeiro. Isso pode ser relacionado à teoria de gestão de risco, onde a diversificação e o planejamento são componentes importantes para reduzir os impactos negativos da incerteza do mercado.

    No entanto, o mercado de futebol é altamente imprevisível e está sujeito a mudanças rápidas. Por exemplo, o valor dos jogadores pode fluctuar de acordo com suas performances, lesões ou outras circunstâncias. Nesse sentido, a pesquisa do CIES é importante para entender as estratégias de gestão dos clubes de futebol e como elas podem afetar suas finanças a longo prazo.

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    Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]